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terça-feira, 11 de maio de 2010

OSTEOPOROSE. QUANDO VOCÊ FEZ SEU ÚLTIMO EXAME?

Osteoporose é uma doença óssea metabólica caracterizada pela dimunuição da densidade mineral óssea, com alteração da microarquitetura, sendo a fratura sua manifestação clínica devido à fragilidade do esqueleto.
Essa doença se não for prevenida ou tratada tende a progredir de forma lenta, assintomática. Se não forem feitos exames sanguíneos e de massa óssea para que seja detectada só é percebida quando acontece a primeira fratura e geralmente se dá no quadril, espinha e punhos. As duas primeiras merecem uma atenção especial pois podem acarretar sérios danos à qualidade de vida do indivíduo como a dependência para caminhar, deformidades, fortes dores nas costas bem como o desenvolvimento de outras doenças, pelo fato de se estar acamado, muitas vezes necessitando de cirurgia e, havendo complicações, pode levar à morte.
 Existe diferença entre os termos Osteopenia e Osteoporose. O primeiro é usado para qualquer condição que envolva uma redução fisiológica (em relação à idade) da quantidade total do osso mineralizado e  não é doença, podendo ser corrigida mas se permanecer por longo período pode evoluir para osteoporose, que  é doença instalada.

                                                                       
Fatores de Risco/Indicações para a realização do exame:
Genética:
- Raça branca ou asiática
- Histórico familiar
- Baixa estatura
- Massa muscular pouco desenvolvida
- Baixa ingestão de cálcio
Estilo de vida:
- Sedentarismo
- Exercício excessivo levando à amenorréia (ausência de menstruação)
- Pouca exposição solar
- Nuliparidade (não ter tido filhos)
- Tabagismo
- Alcoolismo
- Alta ingesta de proteínas e cafeína associados à outros fatores
Ginecológicos:
- Menopausa precoce sem reposição hormonal
- Primeira menstruação tardia
- Deficiência estrogênica com menos de 45 anos
Outros fatores:
- Indivíduos com evidências radiológicas de osteopenia (redução da mineralização óssea) ou fraturas vertebrais
- Indivíduos que apresentem perda de de estatura maior que 2,5cm ou hipercifose torácia (deformidade torácica)
- Indivíduos em uso de corticosteróides por 3 meses ou mais
- Mulheres a partir dos 65 anos e homens com 70 anos ou mais

Além de exames de rotina a alimentação é de suma importância. Alimentos ricos em cálcio, vitamina D (contribui para que o organismo absorva o cálcio gerido durante o dia) vitaminas C e B12 (fabricação de colágeno pelo organismo) devem fazer parte de nossa alimentação diária.



Alimentos indicados:
- Feijão, soja, lentilha, peixe, repolho, couve couve-flor, brócolis
- Maçã, pêra, uva, figo, agrião, espinafre, bertalha, rúcula (ricas em vitamina K)
- Abacaxi, aveia, cereal intregral (ricos em manganês)
- Salmão e sardinha (ricos em vitamina D)
- Iogurtes
- Queijo
- Suco de laranja
Alimentos contra-indicados:
- Proteína animal (carne vermelha)
- Álcool
- Sódio
- Cafeína
- Açucar refinado
- Refrigerante comum ou diet

As pessoas que já têm esse diagnóstico devem ter alguns cuidados especiais tais como não usar tapetes e pisos escorregadios, não deixar fios e animais soltos pela casa, vitar calçados de salto alto e sola lisa, manter a casa iluminada, colocar um interruptor de luz próximo à cama, não levantar rapidamente após acordar, esperar alguns minutos antes de sentar e caminhar, especialmente se usar medicamentos para dormir.

Portanto, mais uma vez a prevenção é o melhor caminho. O diagnóstico pode ser feito através da densitometria óssea, exame indolor, relativamente fácil de ser feito e bastante preciso que deve ser solicitado por seu médico para um possível tratamento.
Essas informações têm  objetivos meramente informativo e educacional. Para fins de orientação médica e diagnóstico procure um profissional para o devido tratamento.

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