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quarta-feira, 20 de abril de 2011

PSICOLOGIA PREVENTIVA E ATAQUES EM ESCOLAS



Alguns dias após a tragédia que atingiu alunos e professores da Escola Tasso da Silveira, na Cidade do Rio de Janeiro, ainda é forte a preocupação com as consequências deste ato tão violento. Lembramos que casos semelhantes ocorreram em outros países, desde o Massacre de Columbine, nos Estados Unidos, em 1999, até o da Holanda, pouco depois do Rio. 
Na Mídia

Devemos refletir sobre o papel positivo das mídias sociais, em sua incessante divulgação, após o ocorrido. Elas podem contribuir para a prevenção deste e de muitos outros tipos de ataque. É necessário uma abordagem que: estimule o indivíduo com o transtorno a procurar ajuda profissional; provoque, nos pais, nos educadores e nos próprios alunos, o sentimento de preservação, da integração grupal, tão necessária à sobrevivência dos aglomerados urbanos, cada vez mais estressados e agredidos pela própria condição de aglomerados.

Quando a notícia é transmitida massivamente, de forma até leviana, possibilita que o estímulo se torne negativo. Propicia o afloramento do transtorno nos indivíduos predispostos e embota a consciência do público, provocando a banalização e o esquecimento da prevenção.
 
Na Psicologia

O papel da Psicologia, nas escolas, nesse contexto, é o de orientar os jovens e suas famílias a respeitar a diversidade, a lidar com a violência urbana, a conhecer e canalizar seus próprios ímpetos agressivos, liberando sua criatividade e afetividade. Isto pode ocorrer através do desenvolvimento de atividades e vivências, que permitam desabrochar suas características positivas, e dos atendimentos individuais em casos específicos.

No Lar

A aproximação de pais e familiares com a escola, provocada por apelos como reuniões, palestras, feiras, festas, trabalhos conjuntos, pode ter como consequência a maior integração em casa, na mesa de refeições, nas conversas diárias, nas trocas afetivas. São coisas que parecem pequenas, mas que podem gerar resultados favoráveis na relação escola-família.


O alerta é para a prevenção, que começa em casa, passa pela escola e está vinculada ao amor.

Casos semelhantes ao da Escola Tasso da Silveira

(Rio de Janeiro, 7 de abril de 2011)



1. 1999: Massacre de Columbine, no Colorado, EUA, com 15 mortos, entre professores e alunos,

inclusive os atiradores.

2. 2001: Calouro massacra colegas na Universidade da Califórnia, EUA.

3. 2001: Estudante japonês massacra colegas em escola de Osaka.

4. 2007: Estudante sul-coreano massacra 33 colegas na Universidade de Virgínia, EUA.

5. 2007: Estudante armado massacra colégio na Finlândia.

6. 2008: Atirador mata estudantes em escola de Jerusalém e é morto em seguida.

7. 2008: Campus da Universidade do Estado de Illinois, EUA, vira campo de batalha, com ex-aluno

atirando nas pessoas.



Ana Gabriela Ribeiro Pereira

Psicóloga - CRP 29703 / 5ª Região - Instituto Doutores de Coração



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